sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Deus entre os “Cansei”

"Não se deve tomar o nome de Deus em vão. Mas não seria irreverência ao seu nome colocá-lo entre a multidão que está participando do Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, mais conhecido como “Cansei”. Enquanto muitos estão cansados de tanta corrupção, de tanta injustiça, de tanta hipocrisia, de tanta pornografia, de tanta irresponsabilidade, de tanta bala perdida, de tantos crimes, de tantos acidentes aéreos — o cansaço de Deus não é muito diferente.

Ao se dirigir ao povo de Israel por intermédio do profeta Isaías, Deus declara: “Vocês me cansaram com os seus pecados e me aborreceram com as suas maldades” (Is 43.24, NTLH). Em ocasião anterior, Deus já havia se queixado da hipocrisia religiosa do povo: “As Festas da Lua Nova e os outros dias santos me enchem de nojo; já estou cansado de suportá-los” (Is 1.14, NTLH).

Jesus também externa o seu cansaço: “Ó geração incrédula e perversa, até quando estarei com vocês? Até quando terei que suportá-los?” (Mt 17.17).

Talvez essa semelhança entre o clamor do povo e o clamor de Deus nos ajude a entender melhor a reação do Senhor frente à teimosia pecaminosa do ser humano."

terça-feira, 20 de novembro de 2007

ABORTO

Deixo que as "mães" falem:



segunda-feira, 19 de novembro de 2007

O Senhor da dança

" Eu dancei na manhã em que o mundo começou,
Desci do céu e dancei na terra.
Em Belém, onde nasci.
Dancei para os escribas e fariseus,
Mas eles não dançaram e não me seguiram;
Dancei para os pescadores, para Tiago e João;
Eles vieram a mim e a dança continuou.
Dancei no sábado quando curei o paralítico,
O povo santo disse que isso era vergonhoso;
Chicotearam-me, deixaram-me desnudo e me suspenderam ao alto;
E deixaram-me ali, sobre uma cruz, a morrer.
Dancei na sexta-feira, e o céu escureceu;
É difícil dançar com o pecado do mundo em suas costas;
Sepultaram meu corpo e acharam que era o fim,
Mas eu sou o Senhor da dança e continuo a dançar.
Derrubaram-me, mas eu me levantei.
Eu sou a vida que nunca jamais morrerá;
Viverei em você, se você viver em mim;
Eu sou o Senhor da Dança.
Dance, então, quem quer que você seja;
Eu sou o Senhor da Dança.
Eu o guiarei aonde quer que você for,
Eu o guiarei na dança."
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Acredito nisso, lembro desses versos quando é ardua a jornada, lembro que posso dançar, em qualquer tempo com meu Senhor. Lembro que no fim, estaremos juntos, danceremos face a face!

domingo, 18 de novembro de 2007

Mesmo em silêncio

"Eu acredito no sol, mesmo que ele não brilhe. Eu acredito no amor, mesmo que não o sinta. Eu acredito em Deus, mesmo que Ele esteja em silêncio."

Essa frase foi escrita por uma menina judia, que na segunda guerra, fugindo dos soldados de Hittler, escondeu-se em uma caverna.
A criança resolveu esconder-se lá dentro fugindo dos soldados nazistas.
uma bomba destruiu a saída da caverna, impossibilitando sua saída.
No escuro, com frio e fome... Quanto desespero essa pequena criança não passou, só, longe de todas as pessoas que lhe davam proteção, amor, conforto, segurança...
Apesar disso, ela pode escrever uma frase com tanta força, ela tinha a certeza de que Deus estava junto dela, segurando ela como um bebê, mesmo que Ele estivesse em silêncio.
Quantas vezes não nos sentimos assim, sós, na escuridão, sem amor e deixamos de acreditar nessas coisas, nas pessoas e na possibilidade de uma situação melhor.
Noss tornamos céticos e pensamos: "nada de bom há nessa vida...Não existe Deus...Não existe amor..."
Na realidade, quando passamos por situações difíceis, nas quais a escuridão se mostra inteira, densa, parece que da caverna não haverá saida, nem escapatória, não haverá suprimentos, mesmo que tudo isso seja real, é justamente aí onde Deus está, ao nosso lado, pois é na nossa fraqueza que a força de Deus se torna maior, porque só desse modo enxergamos que a força da vida, que a luz não é nossa mas é própria dEle. E então exatamente aí, ele nos segura em suas mãos e nos chama pelo nosso nome, fala conosco.
Pode ser que continuemos por mais um pouco de tempo dentro da caverna, pode ser que não o importante é acreditar em DEUS, que Ele faz todas as coisas para o nosso bem, "mesmo que Ele esteja em silêncio".



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sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Senhor Jeová, Tu o sabes. (Ez.37.3)

Aqui está uma resposta de fé. "Tu o sabes!" - que travesseiro para descansar a cabeça "Tu o sabes!" -Como são poucas, mas abrangentes, as palavras que resumem e expressam as dificuldades, perplexidades e provações do coração. "Tu o sabes!" - Que lugar doce e inexprimível descanso no meio da agitação tulmutuosa da vida; no meio de um mar que não conhece calmaria; no meio de uma cena em que a trama consiste em ser lançado de um lado para o outro! Que resposta contêm para cada coração que não consegue expressar suas grandes emoções; para um coração cujos pesares são tão profundos, que a linguagem não consegue encontrar o caminho para Deus!
Oh, que elas sempre predominem na alma, como resposta a cada dificuldade em nosso caminho!
Elas são as respostas de Deus para nossos corações descansarem e os lábios pronunciarem quando todos os caminhos estão bloqueados e não conseguimos passar. "Senhor Jeová, Tu o sabes!" Descansa aqui. Recosta a alma nessas palavras Repousa calmamente no seio de teu Deus e carrega-as contigo em cada cena da vida.
"Senhor Jeová, Tu o sabes!"

F. Whitfield

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

conseqüência da pornografia



Uma das consequências fundamentais da pornografia e da violência é o menosprezo aos demais, ao considerá-los como objetos em vez de pessoas.

A pornografia e a violência suprimem a ternura e a compaixão para deixar seu espaço à indiferença, quando não à brutalidade.

A pornografia é contra a mulher.

A clara degradação e humilhação das mulheres são os temas centrais de filmes porno, novelas e fotografias.

Na pornografia menos violenta o abuso é menos óbvio, mas ainda assim está presente, uma vez que as mulheres são tratadas como objetos sexuais, criaturas disponíveis para serem olhadas de revés, usadas e abusadas e depois substituídas por outras.


algumas Conseqüência da pornografia:


Abandono / Negligência / Violência Física contra Crianças e Adolescentes / Violência Doméstica / Violência Psicilógica / Exploração sexual comercial / Pornografia infantil / Pedofilia
Existe solução para isso!


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contato@sexxxchurch.com

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Surpreendidos por Deus

Durante a vida somos surpreendidos por Deus com situações inesperadas, ou circunstâncias contrárias à nossa vontade humana:
Para Abraão a surpresa de Deus veio quando mandou oferecer seu filho (Isaque) em holocausto; Jó foi surpreendido com a perda de filhos, bens materiais e a saude; José do Egito teve a sua surpresa ao perder a liberdade, quando vendido pelos irmãos como escrevo, e por ser fiel a Deus e fugir da esposa de Potifer.
Qual foi a surpresa inesperada na sua vida?
Saiba que a surpresa é o método preferido de Deus.
Quando surpreendidos somos tentados a erguer o punho diante de Deus e clamar:
"O que você está fazendo Deus?"
Deve ter sido assim na vida de Abraão, Jó, José e em alguns momneots da sua vida também.
Mas nós, como o barro, na mão do Oleiro, que "conhece todos os nossos caminhos" e "tudo faz como LHE agrada", evemos nos adaptar por meio da fé, "que tem como oposto o medo".
Certamente esses homens de Deus passaram por momentos de dor física, emocional e quem sabe espiritual, mas o mesmo Deus Soberano que permitiu o sofrimento concedeu o alívio necessário por meio da Sua maravilhosa Graça.
"Bem seu que TUDO podes e nenhum dos Teus planos é frustrado", "TODAS as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus" e "duvido que Deus possa usar alguém grandemente sem que o fira com profundidade".
Você está disposto a ser surpreendido pelo mistério da vontade de Deus?
(Starch Souza)

Natal

O Célio do blog, Saindo da Zona de conforto, me convidou para um MEME diferente e cristão. Não tem nada haver com memórias e nem brincadeiras, mas é um assunto sério e gostoso de fazer, pois realizar coisas boas a outras pessoas faz bem à alma. Vou colocar aqui o texto que ele postou no blog dele pra vcs entenderem:

Que tal fazer algo diferente nesse Natal?Ir numa agência dos Correios e pegar uma dentre as milhões de cartinhas de crianças carentes e ser o Papai (ou Mamãe) Noel delas? Fui informado de que tem cada pedido inacreditável. Tem criança pedindo panetone, blusa de frio para a avó…. dentre outras coisas. É só pegar a carta e entregar o presente numa agencia dos correios até o dia 20 de Dezembro. O próprio Correios se encarrega de fazer a entrega.

Vamo lá então?? Mexendo as pernoquinhas da cadeira e indo até uma agência que eu sei que tem um monte por perto da sua casa!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

29 DE OUTUBRO DE 2007 - 17h54O
rolo do Rolex: Zeca Baleiro contesta 'texto fútil' de Huck
Em resposta a Luciano Huck, o cantor Zeca Baleiro pergunta na edição desta segunda-feira (29) da Folha de S.Paulo. "Por que um cidadão vem a público mostrar sua revolta com a situação do país, alardeando senso de justiça social, só quando é roubado?" E conclui, para elevar o debate: "o problema do mundo é mesmo um só - uma luta de classes cruel e sem fim". Leia seu artigo na íntegra.
O rolo do Rolex
Por Zeca Baleiro

No início do mês, o apresentador Luciano Huck escreveu um texto sobre o roubo de seu Rolex. O artigo gerou uma avalanche de cartas ao jornal (Folha de S.Paulo), entre as quais uma escrita por mim. Não me considero um polemista, pelo menos não no sentido espetaculoso da palavra. Temo, por ser público, parecer alguém em busca de autopromoção, algo que abomino. Por outro lado, não arredo pé de uma boa discussão, o que sempre me parece salutar. Por isso resolvi aceitar o convite a expor minha opinião, já distorcida desde então. Reconheço que minha carta, curta, grossa e escrita num instante emocionado, num impulso, não é um primor de clareza e sabia que corria o risco de interpretações toscas. Mas há momentos em que me parece necessário botar a boca no trombone, nem que seja para não poluir o fígado com rancores inúteis. Como uma provocação. Foi o que fiz. Foi o que fez Huck, revoltado ao ver lesado seu patrimônio, sentimento, aliás, legítimo. Eu também reclamaria caso roubassem algo comprado com o suor do rosto. Reclamaria na mesa de bar, em família, na roda de amigos. Nunca num jornal. Esse argumento, apesar de prosaico, é pra mim o xis da questão. Por que um cidadão vem a público mostrar sua revolta com a situação do país, alardeando senso de justiça social, só quando é roubado? Lançando mão de privilégio dado a personalidades, utiliza um espaço de debates políticos e adultos para reclamações pessoais (sim, não fez mais que isso), escorado em argumentos quase infantis, como "sou cidadão, pago meus impostos". Dias depois, Ferréz, um porta-voz da periferia, escreveu texto no mesmo espaço, "romanceando" o ocorrido. Foi acusado de glamourizar o roubo e de fazer apologia do crime. Antes que me acusem de ressentido ou revanchista, friso que lamento a violência sofrida por Huck. Não tenho nada pessoalmente contra ele, de quem não sei muito. Considero-o um bom profissional, alguém dotado de certa sensibilidade para lidar com o grande público, o que por si só me parece admirável. À distância, sei de sua rápida ascensão na TV. É, portanto, o que os mitificadores gostam de chamar de "vencedor". Alguém que conquista seu espaço à custa de trabalho me parece digno de admiração. E-mails de leitores que chegaram até mim (os mais brandos me chamavam de "marxista babaca" e "comunista de museu") revelam uma confusão terrível de conceitos (e preconceitos) e idéias mal formuladas (há raras exceções) e me fizeram reafirmar minha triste tese de botequim de que o pensamento do nosso tempo está embotado, e as pessoas, desarticuladas. Vi dois pobres estereótipos serem fortemente reiterados. Os que espinafraram Huck eram "comunistas", "petistas", "fascistas". Os que o apoiavam eram "burgueses", "elite", palavra que desafortunadamente usei em minha carta. Elite é palavra perigosa e, de tão levianamente usada, esquecemos seu real sentido. Recorro ao "Houaiss": "Elite - 1. o que há de mais valorizado e de melhor qualidade, especialmente em um grupo social [este sentido não se aplica à grande maioria dos ricos brasileiros]; 2. minoria que detém o prestígio e o domínio sobre o grupo social [este, sim]". A surpreendente repercussão do fato revela que a disparidade social é um calo no pé de nossa sociedade, para o qual não parece haver remédio -desfilaram intolerância e ódio à flor da pele, a destacar o espantoso texto de Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja, notório reduto da ultradireita caricata, mas nem por isso menos perigosa. Amparado em uma hipócrita "consciência democrática", propõe vetar o direito à expressão (represália a Ferréz), uma das maiores conquistas do nosso ralo processo democrático. Não cabendo em si, dispara esta pérola: "Sem ela [a propriedade privada], estaríamos de tacape na mão, puxando as moças pelos cabelos". Confesso que me peguei a imaginar esse sr. de tacape em mãos, lutando por seu lugar à sombra sem o escudo de uma revista fascistóide. Os idiotas devem ter direito à expressão, sim, sr. Reinaldo. Seu texto é prova disso. Igual direito de expressão foi dado a Huck e Ferréz. Do imbróglio, sobram-me duas parcas conclusões. A exclusão social não justifica a delinqüência ou o pendor ao crime, mas ninguém poderá negar que alguém sem direito à escola, que cresce num cenário de miséria e abandono, está mais vulnerável aos apelos da vida bandida. Por seu turno, pessoas públicas não são blindadas (seus carros podem ser) e estão sujeitas a roubos, violências ou à desaprovação de leitores, especialmente se cometem textos fúteis sobre questões tão críticas como essa ora em debate. Por fim, devo dizer que sempre pensei a existência como algo muito mais complexo do que um mero embate entre ricos e pobres, esquerda e direita, conservadores e progressistas, excluídos e privilegiados. O tosco debate em torno do desabafo nervoso de Huck pôs novas pulgas na minha orelha. Ao que parece, desde as priscas eras, o problema do mundo é mesmo um só - uma luta de classes cruel e sem fim.